A redução de gastos com folha de pagamentos entra em vigor e beneficia 15 setores da economia. A medida tributária foi anunciada pelo governo em abril, para tentar estimular o crescimento da indústria do país.
"As empresas pagarão menos INSS e terão uma redução de custo com isso", avaliou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Para compensar a renúncia fiscal desse pacote de estímulo à indústria nacional, o governo aumentou a alíquota de impostos de certas áreas, como bebidas e fumo.
Empresas dos setores mais afetados pela crise econômica global vão deixar de pagar os 20% de contribuição patronal do INSS. Isso em tese deixa um trabalhador contratado mais barato para as companhias. Mas reduz os recursos da Previdência.
A medida entra em vigor para 11 novos setores: indústria têxtil, de plásticos, de material elétrico, fabricantes de ônibus, de autopeças, naval, aérea, fabricantes de móveis, setor de bens de capital, hotéis e fabricantes de chips.
Outros quatro setores, que já tiveram benefício antes (no fim do ano passado), agora voltam também a ter reduções de impostos: couro e calçados, confecções, call center e tecnologia da informação.
Fonte: Uol